Referências na Imprensa

Jornal O Globo (RJ) de 05/04/1999:
http://www.oglobo.com.br/aboa/arquivo/info/cat/397.htm

O GLOBO - Informática Etc. - Carlos Alberto Teixeira
Artigo: 397 - Escrito em: 1999-03-31 - Publicado em: 1999-04-05

(fragmento da matéria)

Já teve o desprazer de ver seu agadê crashar de repente? Deixe-me reformular a pergunta: seu disco rígido alguma vez já apresentou defeito grave, tipo aterragem de cabeças na superfície da mídia? É uma das coisas mais odiosas que podem acontecer com um micreiro. E quando você procura pelo backup... cadê o backup? A solução é tentar recuperar os dados a partir do próprio HD quebrado. É meio difícil encontrar quem resolva essa parada. Particularmente nunca experimentei os serviços dele, mas um certo mancebo chamado Sérgio Raposo, de Niterói, encara qualquer desafio desse tipo. Anote a página dele, para o caso de alguma desgraça digital, e confira se ele é mesmo um mago poderoso: <www.megaline.com.br/users/sraposo/>. Em seu site ele entrega de bandeja um monte de dicas e recomendações importantes para que você não tenha problemas com seus discos. Mas acidentes acontecem e é disso que ele vive. Segundo o Sérgio, quando um hard-disk dá problema, o usuário comum percebe sintomas pouco específicos e tem dificuldade de saber o que de fato aconteceu com seu adorado disco. As falhas num agadê podem ser várias, mas se exteriorizam de maneiras semelhantes. Os pepinos que normalmente ocorrem com discos rígidos são: apagamento ou alteração dos dados da partição pelo uso de algum programa específico (por exemplo, FDISK), formatação acidental, apagamento involuntário de arquivos ou diretórios, ataque de vírus, falha no sistema operacional, atuação indevida de programa, falta ou grande variação na alimentação de energia elétrica, defeito no hardware do computador ou mesmo choque mecânico. Sérgio afirma que em 90% dos casos é possível a recuperação pelo menos parcial dos dados.

 

Jornal do Commercio (PE) de 12/05/99:
http://www2.uol.com.br/JC/_rio.html
HARDWARE
Recupere corretamente os dados do micro
por FABÍOLA BLAH
blah@jc.com.br

(fragmento da matéria)

Uma camada finíssima de fita magnética, envolta numa capa plástica - esse conjunto, conhecido como disco flexível ou apenas disquete, é capaz de armazenar 1,44 MB de dados. Isso equivale, mais ou menos, a 260 páginas de texto digitado na fonte Arial 10, salvas em formato .rtf. Ampliando o universo de armazenamento, chegamos ao disco rígido, parte interna do computador onde estão registrados todos os arquivos, desde simples documentos de texto até módulos do sistema operacional e outros aplicativos. E se, de repente, esses dados sumissem? Sentar ao pé da mesa e arrancar os cabelos em meio a lágrimas não é o caminho mais correto para recuperar o trabalho perdido.(...)

(...)São várias as razões que podem danificar as unidades armazenadoras de dados. Os danos mais comuns são originados a partir de quedas bruscas de energia, ataques de vírus ou falhas na superfície do próprio winchester - neste último caso, esses problemas são decorrência de pancadas ou defeitos de fabricação. "Não é possível obter nenhuma indicação de qualidade apenas observando um HD. A grande causa de falhas está no momento do transporte e esse processo o consumidor não acompanha", diz Sérgio Raposo, técnico que trabalha há cinco anos com recuperação de dados. "Como os discos não são acondicionados do modo correto, não é de se espantar que eles às vezes parem de funcionar em menos de seis meses", ressalta.

QUEBRA-CABEÇA - Alguns fatores determinam a possibilidade ou não de conserto do disco rígido. O primeiro é que todas as partes que o compõem estejam intactas. "Um HD é um todo integrado, constituído de partes mecânicas, eletrônicas, magnéticas e lógicas. Se alguma delas deixa de funcionar ou passa a trabalhar de maneira inadequada, o todo pára de trabalhar ou o faz de modo imperfeito. Como a pane de um HD pode ser devido a uma ou mais causas das partes mencionadas, cada problema tem que ser abordado de maneira particular", explica Sérgio Raposo, que desenvolve ferramentas para esse tipo de serviço.

O que se deve fazer, independente de haver ou não problemas no disco rígido, é manter atualizada a cópia de segurança dos arquivos, já que não há como saber em que momento o HD vai entrar em pane. Se isso já tiver acontecido, porém, o melhor caminho é procurar um especialista e não tentar corrigir sozinho o problema, como explica Daniel Amorese: "Muitas vezes os dados estão lá, espalhados como num quebra-cabeça, sem informações de onde iniciam e onde terminam. Acontece de termos as ferramentas e o know how para visualizar os dados, mas somente o cliente poderá dizer se este ou aquele dado pertencia a este ou aquele arquivo". Nesse caso, o uso de "softwares de recuperação" só prejudica o processo.

SERVIÇO:
Onde obter informações sobre recuperação de dados:
http://www.megaline.com.br/users/sraposo

 

Jornal O Globo (RJ) de 17/05/1999:
http://canal.oglobo.com.br/info/internetc/1999/maio17.htm

(fragmento da matéria)

17/05/99
RECUPERAÇÃO DE DADOS: Quem nunca provocou pequenas ou grandes tragédias usando o PC - seja formatando acidentalmente o disco rígido, seja apagando involuntariamente um arquivo - que atire o primeiro bit... Sugestões para evitar dores de cabeça provocadas pela perda de dados - desde o surrado conselho para se fazer cópias de segurança até cuidados com a fonte de energia - estão no site de Sérgio Raposo, profissional que, desde 1994, vive do ofício de recuperar informações perdidas. A página também ensina como proceder quando o mal já está feito.
http://www.megaline.com.br/users/sraposo
ANNA CATHARINA SIQUEIRA - annacat@oglobo.com.br

 

Jornal O Globo (RJ) de 05/04/1999:
http://www.bpiropo.com.br/tz990405.htm
DATA: 05/04/99
COLUNA: Trilha Zero

TÍTULO: De Sítios e Programas
B. Piropo

(fragmento da matéria)

Mudando de assunto: volta e meia recebo mensagens desesperadas de usuários que perderam dados. Todas começam do mesmo jeito: "ah, se eu fizesse backup!". E terminam iguais: "pelamordedeus, me diga como recuperar meus dados". Não vou tripudiar, reiterando meu espanto pela fé que essas pessoas depositam na tecnologia a ponto de confiar seus dados, muitas vezes produtos de anos de trabalho, a um disco de metal recoberto com uma tênue camada magnética que gira milhares de vezes por minuto mantendo uma distância menor que a espessura de um fio de cabelo de uma cabeça metálica que se tocar a superfície pode provocar um dano irreparável. Ao contrário, desta vez venho em seu socorro trazendo duas possibilidades de mitigar suas dores.(...)

(...)A segunda é o sítio do Sérgio Raposo, em [http://www.megaline.com.br/users/sraposo/]. Lá se encontram informações sobre cuidados a tomar com o HD e como proceder em caso de perda de dados. Além, evidentemente, do oferecimento dos serviços do Sérgio para recuperar dados (a um custo estimado em R$ 300 que, no entanto, somente serão cobrados caso a recuperação tenha sido bem sucedida).

B. Piropo